Presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) alertou sobre o cenário de instabilidade que ainda cerca o setor
Durante o painel “O papel das associações na defesa da indústria de apostas”, realizado no evento, o presidente da Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), Plínio Lemos Jorge, alertou sobre o cenário de instabilidade que ainda cerca o setor de apostas no Brasil. A discussão reuniu representantes das principais entidades do segmento, incluindo Ana Clara Barros (AIGaming), Ana Helena Pamplona (ABRAJOGO), Rafael Marcondes (ABFS) e Amilton Noble (ABC-Bet), sob a moderação de Natália Nogues, da AMIG.
Segundo Plínio, o país atravessa um momento de intensa transformação regulatória e política, o que exige atenção constante das entidades representativas. Para ele, o ambiente legislativo ainda é incerto e tende a permanecer assim por um longo período.
“Não vão terminar o ano que vem, isso aí vai ser por muito mais tempo. Acho que talvez a gente não vai um mês de paz, não só pelo setor, mas porque é da nossa dinâmica governamental. É revolução das legislações, da comunicação, a gente vai ter que estar sempre atento”, afirmou.
Em sua fala, o presidente da ANJL destacou que, diante de tantas mudanças e interesses políticos, o setor de apostas acabou se tornando um instrumento de disputa. “As bets viraram moeda de troca”, declarou.