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Após fala de Anitta, veja 5 artistas e influenciadores que já se posicionaram contra bets

  • Última modificação do post:27 de maio de 2026
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Famosos negaram cachês para divulgar casas de apostas

As discussões sobre apostas esportivas e jogos online voltaram ao centro do debate público nesta quarta-feira (27), após a cantora Anitta publicar um longo vídeo nas redes sociais criticando os impactos das bets na economia brasileira e na vida de famílias vulneráveis.

Durante o desabafo, a artista afirmou que o crescimento das plataformas de apostas estaria contribuindo para o endividamento da população e afetando outros setores de consumo e entretenimento.

“Tá acabando com a vida do pobre que acha que vai mudar de vida porque vê as pessoas postando e ganhando”, declarou.

A fala da cantora rapidamente repercutiu nas redes sociais e reacendeu uma discussão que já vinha ganhando espaço nos últimos meses envolvendo publicidade de apostas, responsabilidade de influenciadores digitais e possíveis impactos sociais da atividade.

Apesar da repercussão envolvendo Anitta — que atualmente também participa de eventos patrocinados por empresas do setor — ela não é a única personalidade pública a fazer críticas ao mercado de bets ou a recusar contratos milionários ligados à atividade.

Veja abaixo cinco famosos que já se posicionaram publicamente contra campanhas envolvendo plataformas de apostas online.

Lucas Lima recusou proposta de casa de apostas

O músico Lucas Lima, ex-marido da cantora Sandy, revelou nas redes sociais que recusou uma proposta comercial de uma plataforma de apostas.

Na ocasião, o artista compartilhou com seguidores o print da abordagem comercial recebida e afirmou que possui limites éticos para publicidade.

Segundo Lucas, nem toda proposta financeira faz sentido dentro de seus princípios profissionais e pessoais.

Padre Fábio de Melo alertou sobre riscos das plataformas

O padre Fábio de Melo também já utilizou as redes sociais para criticar o avanço das apostas online e o papel de influenciadores na divulgação desse tipo de atividade.

Em uma das publicações mais compartilhadas sobre o tema, o religioso afirmou que muitos criadores de conteúdo promovem plataformas sem necessariamente utilizá-las.

“Sabe aquela pessoa que faz propaganda de joguinhos no celular? Ela não joga. Apenas simula. Ela está sendo paga para divulgar. Sabe de onde vem o dinheiro que ela recebe? Do que você perde”, escreveu.

Padre Patrick levou discussão para a CPI das Bets

Outro nome que se posicionou publicamente contra as bets foi o Padre Patrick, influenciador digital e sacerdote católico com milhões de seguidores nas redes sociais.

O religioso participou da CPI das Bets e classificou sua presença no colegiado como uma “missão profética”.

Durante entrevistas e manifestações públicas, Padre Patrick afirmou já ter recebido propostas milionárias de plataformas de apostas, mas disse nunca ter aceitado contratos do setor.

Segundo ele, promover esse tipo de atividade seria incompatível com seus princípios religiosos e com a responsabilidade social que acredita exercer diante do público.

Simone Mendes recusou proposta milionária

A cantora sertaneja Simone Mendes também teve o nome ligado ao debate sobre publicidade de apostas após seu marido e empresário, Kaká Diniz, revelar que a artista teria recusado uma proposta milionária do setor.

Segundo ele, Simone recebeu uma oferta de aproximadamente R$ 64 milhões por um contrato publicitário de dois anos com uma plataforma de apostas online.

Ainda de acordo com Kaká Diniz, a cantora sequer quis avançar nas negociações.

Na ocasião, o empresário chegou a classificar os recursos oferecidos pelas plataformas como “dinheiro amaldiçoado”, declaração que repercutiu amplamente nas redes sociais.

Camilla de Lucas questionou publicidade

A influenciadora digital e ex-BBB Camilla de Lucas é outra personalidade que já fez críticas públicas às estratégias utilizadas por algumas plataformas de apostas e influenciadores.

Camilla afirmou nas redes sociais que diversos conteúdos mostrando ganhos rápidos seriam produzidos com contas demonstrativas e gravações manipuladas para induzir seguidores ao consumo.

Após reportagens exibidas na televisão sobre o tema, a influenciadora voltou a defender uma fiscalização mais rígida sobre contratos de publicidade envolvendo apostas online.

Ela também afirmou que influenciadores que lucraram promovendo plataformas deveriam ser responsabilizados caso seguidores tenham sido prejudicados financeiramente.

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