Levantamento aponta percepção do público sobre patrocínios de bets, segurança e comportamento dos apostadores
Uma pesquisa realizada pela Agência Virta, em parceria com o Instituto QualiBest, revelou que 40% dos brasileiros avaliam positivamente a publicidade de bets em eventos esportivos e no patrocínio de clubes de futebol. Outros 30% afirmam que essas ações não têm impacto positivo nem negativo, enquanto 20% consideram que são prejudiciais ao esporte.
O estudo também indicou que 40% dos entrevistados já realizaram apostas esportivas. A principal motivação para apostar, segundo 72% dos jogadores, é a possibilidade de ganho financeiro. Além disso, 42% apostam pelo entretenimento, enquanto 29% buscam testar seus conhecimentos esportivos.
Plataformas mais utilizadas
O levantamento identificou quais são as plataformas de apostas mais populares entre os brasileiros:
- Betano (61%)
- Bet365 (51%)
- Betnacional (48%)
- Esportes da Sorte (42%)
- Vai de Bet (40%)
Entre os jogadores frequentes, a preferência se concentra em três operadoras: Betano (40%), Bet365 (33%) e Esporte da Sorte (21%).
A pesquisa também analisou as fontes de informação mais utilizadas pelos apostadores. A maioria (55%) busca conteúdos em redes sociais, como Instagram, YouTube, Facebook e TikTok. Outras formas de obtenção de informações incluem amigos (35%), propagandas na internet (31%) e rádio e TV (24%).
Confiança nas bets
A segurança das apostas e a confiabilidade das operadoras foram pontos importantes da pesquisa. 59% dos entrevistados consideram a proteção de dados pessoais e financeiros essencial. Outros 48% destacam a necessidade de licença por um órgão regulador confiável e sistemas antifraude.
Outros critérios relevantes na escolha de uma plataforma de apostas incluem:
- Rapidez nos pagamentos e retiradas (38%)
- Operações regulamentadas no Brasil (31%)
Influenciadores infantis
A presença de influenciadores mirins promovendo casas de apostas gera incômodo para 51% dos entrevistados. Outros 21% disseram se incomodar em menor grau, enquanto 16% consideram a prática normal.